A vacina contra o COVID-19 é segura?

No desenvolvimento e aprovação das vacinas contra a COVID-19, tal como para qualquer outro medicamento, foi garantida a sua eficácia, segurança e qualidade, através de ensaios clínicos e de uma avaliação rigorosa pela Agência Europeia de Medicamentos. Os ensaios clínicos das vacinas contra a COVID-19 decorreram de acordo com os procedimentos habituais para ensaios de qualquer vacina.

Dezenas de milhares de voluntários foram vacinados e comparados com o idêntico número de voluntários não-vacinados, quanto à ocorrência de efeitos adversos. O tempo durante o qual os vacinados foram acompanhados após a toma da 2ª dose, ultrapassou as oito semanas. Este é o período durante o qual surgem efeitos adversos comuns após a toma de vacinas, não se tendo observado uma frequência ou gravidade destes efeitos que coloque em causa a segurança das vacinas.

À semelhança do que se passa com qualquer outro medicamento, os ensaios não podem, contudo, excluir a ocorrência de efeitos adversos muito raros, só detetáveis quando uma vacina é administrada a milhões de pessoas. Estes efeitos são detetados pela vigilância implementada pelas autoridades de regulação dos medicamentos de cada país, que nosso caso é o INFARMED (no contexto do Sistema Nacional de Farmacovigilância). Caso detete algum efeito adverso pode e deve ser analisado em conjunto com o seu médico de referência e ser por isso reportado através do Portal de Notificação de Reações Adversas (RAM) do INFARMED, I.P.

 

Fonte: DGS

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